segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Galinha Cochinchina



Elas caem por lá, o dólar cai por cá. Eles tiram a bufunfa de NY, da China, do velho continente e da Cochinchina. Pra onde foi o dinheiro? Pra debaixo do colchão? Do meu que não...A moda agora é o bolsão, quanto maior, mais "in". Vou usar tamanho A3, assim levo uma camisa na sexta sem amassar. Aqui na esquina elas continuam girando que nem cata-vento. Vou investir na petro e na vale, até quando elas valem? Economia rima com loteria, ou melhor, astrologia. Demanda e oferta correm pro ponto de equilíbrio, assim como o bebum corre pro próximo bar. Deu no jornal: Lula tem 80% e Bush 20% de aprovação, quem diria lulão....Inácio, não cante de galo, seu puleiro ainda tá sujo, o pintos não têm educação, a granja tá uma confusão, os frangos galinhando e ainda tá cheia de gavião. E as galinhas? tão por ai se bicando, rodando as bolsas, comendo milho com catupiry, tentando voar mas cheias de gordura pra cortar, caindo mais que subindo. Qual o melhor investimento Mirian Leitoa? Ouro branco em pó ou umas dolinhas? Sei não, nessa confusão vou manter o meu milhão na poupança mesmo, até que a disenteria mercadológica passe...

5 comentários:

Malthus disse...

Como diria a frase pichada nos muros da Ditadura: Brasil, quem te USA sou EEUU. abraço, Theolmir Beting

Thatá disse...

Pow, nem me fale dessa crise....é só o que se lê e o que se fala...
Mas mudando radicalmente de assunto: - Que galinha tosca da porra! kkkk.
Bjus.........

theo costa disse...

valeu, é sempre bom tê-los por aqui...eu diria necessário....

Anônimo disse...

TEMPOS FUTUROS

Não peça que os homens sejam necessários!
Que os pés do tempo torne-se teu hábito
Murche a flor das ilusões do que fora a tua vida
Consolador a ti mesmo não te seguras nas frases de graditão
Pois elas são as mais criminosas
Sou teu amigo, por isso jamais daria dessa pétala,
E é em nosso seio que algum amigo sempre nos ajudará
Defendo a liberdade dos teus versos, das vossas frases... do que queira...
E que esse poeta respire o suave sono
Pois não há, não há contigo,
Nem a dor aguda, nem previsões, nem sombrios ermos;
A voz que ouvimos naqueles bares...
É o grande salto!

"Continuarei olhando vcs no silêncio como testemunho de um miope que enxerga onde os melhores olhos são incapazes, é no silêncio que as coisas geniais se adaptam."

Abraço Théo!
André Agui.

theo disse...

Pow André, entendi não, precisamos discutir isso num barzinho, que tal???